segunda-feira, julho 02, 2007
Férias
Apetece-me muito mas tardam em chegar. Ainda não foi esta semana que ganhei o euromilhões, deve estar a acumular.
segunda-feira, janeiro 29, 2007
E se de repente...
... e por mera casualidade, reparasse que hoje, faz precisamente 1 mês que não escrevo nada.
sexta-feira, dezembro 29, 2006
Feliz Ano Novo

Hey! Anda cá. Tens dois minutos? Ou fazem-te falta? Sabes o que faz realmente falta? Mais loucura. Mais malucos. Não os "grandes malucos" mas os verdadeiros e as verdadeiras. Aqueles que perdem tempo a falar com os pombos; que vêem quadros onde os outros só vêem paredes; os aventureiros e as aventureiras que acreditam, ainda, haver qualquer coisa no fim do arco-íris. O verdadeiro poder é tu decidires o mundo à tua volta; questionar o estabelecido, as certezas e os costumes, para acreditar que tudo pode ser diferente. É preciso mais absurdo, mais ideias insensatas. Cinco bailarinas a jogar à bola de tutu cor-de-rosa. Passeios cobertos com relva e flores. Ou, muito simplesmente, trepar a uma árvore quando te apetece. Tu é que mandas. Se gostas de música pirosa, gostas e pronto. Queres cantar alto no meio da rua, deixa-te ir. Se preferes não dar muito nas vistas, anda nas calmas. É preciso rirmos e dançarmos e darmos abraços e beijinhos. O importante é levarmos tudo a brincar; até as coisas mais sérias.*
* Vodafone Yorn.
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Eu, a minha melhor amiga e o namorado dela.
Ela – Conheço-a desde os 9 anos. Vivíamos no mesmo prédio, andámos juntas num colégio, éramos colegas de carteira e odiávamo-nos, chegávamos ao cúmulo de dividir a carteira ao milímetro e ai de alguma coisa da outra que ultrapassasse o limite.
Causa do ódio: Ciúmes (a irmã dela gostava muito de mim).
Ele – Conheço-o desde os 12 anos. A mãe dele foi minha professora e apresentou-nos, fomos colegas de escola, voltei a dar-me mais com ele no 9º ano por causa dela.
Sempre fomos muito amigos os três, tanto eu com ela, como eu com ele, como eu com ambos e andávamos muitas vezes juntos.
Os problemas começaram no final do nosso 12º ano quando a meio de um exame de matemática, em que fui fazer melhoria do meu 18 (vai12a J), para o ajudar a subir a nota dele, me escreve um bilhete a dizer que se apaixonou por mim e que já não gosta dela. Ia caindo para o lado mas nunca deixei que e soubesse disto. Expliquei-lhe que ela era a minha melhor amiga, que eu gostava muito dele mas como amigo, e que se assim quisesse continuar, a “coisa” tinha de ficar assim mesmo.
Entrámos para a faculdade e a coisa acalmou, pelo menos foi o que eu pensei. Passado mais ou menos um mês, num fim-de-semana, encontro-a num pranto que não lembra a ninguém (nunca compreendi como se pode chorar tanto por um homem quando os há aí aos pontapés) a dizer que ele tinha acabado com ela e que a vida dela tinha acabado e que nunca mais ia ser feliz e que blá blá blá, tentei-a consolar dizendo que aquilo logo se resolvia, para eles conversarem que com toda a certeza as coisas voltariam ao normal.
A coisa complicou-se quando na semana a seguir recebi uma carta dele (dos Açores, onde estava a estudar) a dizer que tinha acabado com ela porque não aguentava mais, que estava perdidamente apaixonado por mim e que quando estava com ela imaginava que estava comigo, para eu acabar com o meu namorado que não me merecia (nisso ele tinha razão) e para ficar com ele, essas coisas que nos enchem o ego mas que nestas alturas só servem para nos complicar a vida. Conversámos os dois e ficámo-nos pela amizade, foi o mais acertado.
Algum tempo mais tarde e não sei como, ela descobriu que ele me tinha escrito aquelas cartas e que eu tinha sido a razão para ela ter ficado sem o “amor da vida dela”. Esteve quase dois anos sem me falar.
Causa do ódio: Ciúmes (o namorado dela gostava muito de mim)
Não fosse eu ir ter com ela e contar-lhe como as coisas se tinham verdadeiramente passado e mostrado as ditas cartas ainda hoje não nos falaríamos e tínhamos perdido a amizade que ainda hoje mantemos. Agora digam lá que isto não dava para fazer um filme.
Causa do ódio: Ciúmes (a irmã dela gostava muito de mim).
Ele – Conheço-o desde os 12 anos. A mãe dele foi minha professora e apresentou-nos, fomos colegas de escola, voltei a dar-me mais com ele no 9º ano por causa dela.
Sempre fomos muito amigos os três, tanto eu com ela, como eu com ele, como eu com ambos e andávamos muitas vezes juntos.
Os problemas começaram no final do nosso 12º ano quando a meio de um exame de matemática, em que fui fazer melhoria do meu 18 (vai12a J), para o ajudar a subir a nota dele, me escreve um bilhete a dizer que se apaixonou por mim e que já não gosta dela. Ia caindo para o lado mas nunca deixei que e soubesse disto. Expliquei-lhe que ela era a minha melhor amiga, que eu gostava muito dele mas como amigo, e que se assim quisesse continuar, a “coisa” tinha de ficar assim mesmo.
Entrámos para a faculdade e a coisa acalmou, pelo menos foi o que eu pensei. Passado mais ou menos um mês, num fim-de-semana, encontro-a num pranto que não lembra a ninguém (nunca compreendi como se pode chorar tanto por um homem quando os há aí aos pontapés) a dizer que ele tinha acabado com ela e que a vida dela tinha acabado e que nunca mais ia ser feliz e que blá blá blá, tentei-a consolar dizendo que aquilo logo se resolvia, para eles conversarem que com toda a certeza as coisas voltariam ao normal.
A coisa complicou-se quando na semana a seguir recebi uma carta dele (dos Açores, onde estava a estudar) a dizer que tinha acabado com ela porque não aguentava mais, que estava perdidamente apaixonado por mim e que quando estava com ela imaginava que estava comigo, para eu acabar com o meu namorado que não me merecia (nisso ele tinha razão) e para ficar com ele, essas coisas que nos enchem o ego mas que nestas alturas só servem para nos complicar a vida. Conversámos os dois e ficámo-nos pela amizade, foi o mais acertado.
Algum tempo mais tarde e não sei como, ela descobriu que ele me tinha escrito aquelas cartas e que eu tinha sido a razão para ela ter ficado sem o “amor da vida dela”. Esteve quase dois anos sem me falar.
Causa do ódio: Ciúmes (o namorado dela gostava muito de mim)
Não fosse eu ir ter com ela e contar-lhe como as coisas se tinham verdadeiramente passado e mostrado as ditas cartas ainda hoje não nos falaríamos e tínhamos perdido a amizade que ainda hoje mantemos. Agora digam lá que isto não dava para fazer um filme.
segunda-feira, novembro 27, 2006
Ó faz favor...
Já que és O criador, não dá para arranjar maneira de apagar certos dias do calendário e passar à frente? É que o pessoal aqui em baixo não consegue compreender certas coisas que por cá acontecem. Agora que é quase Natal e que até fazes anos dá-nos lá essa prenda.
domingo, outubro 29, 2006
domingo, outubro 01, 2006
The Golden Age of the 90’s - 1990
Se me aparecesse o génio da lâmpada a perguntar a que década queria voltar, sem hesitar, escolheria os anos 90.
-1990-
Tinha 16 anos, o 11º ano concluído com uma boa média, poucas preocupações e quase 3 meses de férias para gozar. Que mais poderia pedir nessa altura?
Foi o primeiro ano que passei férias de Verão sozinha, tudo bem que se resumiu a uma semana, mas valeu por 1 mês.
Nessa altura andava na onda do surf e dos surfistas, claro está, ou seria ao contrário? ;), sapatinho portside, biquíni O’Neill, calça de ganga semi-rota (seriam as da soviet?? que a minha mãe não ia em “grupos” e não me deixava andar com a nalguinha à mostra :) ), admito que era uma “beta” a atirar para o radical. Mas vamos ao que interessa...
O diário que essas férias mereceram, acabou de me recordar que aconteceu entre os dias 4 e 11 de Agosto de 1990, Spot: Baleal City, como carinhosamente lhe chamo. Eu e mais duas amigas, “radicais” como eu, sozinhas.
Foi o primeiro ano que passei férias de Verão sozinha, tudo bem que se resumiu a uma semana, mas valeu por 1 mês.
Nessa altura andava na onda do surf e dos surfistas, claro está, ou seria ao contrário? ;), sapatinho portside, biquíni O’Neill, calça de ganga semi-rota (seriam as da soviet?? que a minha mãe não ia em “grupos” e não me deixava andar com a nalguinha à mostra :) ), admito que era uma “beta” a atirar para o radical. Mas vamos ao que interessa...
O diário que essas férias mereceram, acabou de me recordar que aconteceu entre os dias 4 e 11 de Agosto de 1990, Spot: Baleal City, como carinhosamente lhe chamo. Eu e mais duas amigas, “radicais” como eu, sozinhas.
Foram as melhores férias da minha vida, ou talvez as mais marcantes, por terem sido as primeiras sozinha.
Dessa altura guardo especialmente o dia em que conheci o grupo de amigos que ainda hoje mantenho, já lá vão outros 16 anos, das noites na ilha e na Voilá, do fim das noites, princípio dos dias, à porta da padaria em Ferrel, que ficava a quase a 2km a pé da nossa caminha, dos blusões de penas que nessa altura faziam falta nas noites de Agosto, do ir para a praia ver o nascer do sol enrolada no saco-cama, das tentativas para me por em pé numa prancha de surf,... ai sweet sixteen.
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